Leitor,
Pare!
Leia!
Pondere!
Decida-se!

SE ACREDITA QUE A INTELIGÊNCIA

SE FIXOU TODINHA EM LISBOA

NAO ENTRE NESTE ESPAÇO...

Motivo: A "QUINTA LUSITANA "

ESTÁ SITUADA NA PROVÍNCIA...

QUEM TE AVISA, TEU AMIGO É...

e cordialmente se subscreve,
Brasilino Godinho

quarta-feira, janeiro 15, 2020


INFORMAÇÕES DO GOVERNO
DE SE LHES TIRAR O CHAPÉU

Brasilino Godinho
15/Janeiro/2020

Sim, hoje, pela tarde, 15 horas, acedi a duas notícias, de se lhes tirar o chapéu.

A primeira, de âmbito público, dava conta de que o governo, na sua ânsia de arejar as massas, esbanja 21 milhões de euros na Expo Dubai 2020, com a construção de um pavilhão.

A segunda, contemplando a condição de reformado da função pública do cidadão Brasilino Costa Godinho, veio através de um ofício da Caixa Geral de Aposentações, em que, abruptamente e sem contemplação de simples cumprimento, ele fica informado que a partir de Janeiro ser-lhe-á atribuído um aumento mensal de € 4,96 (quatro euros e noventa e seis cêntimos) na respectiva pensão.

Claro que me regozijo pela “generosidade” do governo em me conceder tal expressiva melhoria por mês e não por ano… (Se calhar o Governo distraiu-se, ocupado que está em arejar as massas…).

Por outro lado da moeda e do profundo e indestrutível ressentimento de que estou possuído, não devo silenciar o espírito de revolta face a um Estado ladrão que através de impostos e enquanto não constitui o gabinete TÁPIA GODINHO – ESTUDOS E PROJECTOS DE ENGENHARIA, L.ª, me roubou milhares de contos através de impostos indecentemente cobrados e das coimas pelas liquidações tardias a que estava sujeito, devido aos pagamentos sucessivamente retardados, com que eram pagos os meus trabalhos e aos tremendos encargos financeiros dos empréstimos bancários a que tinha de recorrer para suprir as elevadas despesas com a elaboração dos projectos de obras; algumas delas localizadas a centenas de quilómetros de Aveiro.
Importa anotar que, naquele tempo, um projecto de via rodoviária envolvia trabalhos de campo dispendiosos e prolongados de equipa; no mínimo, formada por engenheiro, topógrafo, porta-mira e ajudantes.

Elucidando o leitor: Para as Direcções de Finanças o que Brasilino Godinho recebia de honorários tudo era lucro, não havia despesas. Actuando como engenheiro, eram deduzidas importâncias irrisórias consignadas nas tabelas do Fisco para as categorias de desenhador enquanto fui desenhador e para topógrafo quando passei a essa categoria profissional. Na transição das décadas de 70/80 e no espaço de 3 anos, o Estado surripiou-me uns três mil contos.
Compare-se com os milhões de euros de perdões fiscais.

E como se isso fosse pouco, aponto os dilatados anos em que na Função Pública, trabalhando como se fosse engenheiro e fazendo horas extraordinárias, o Estado não me pagava o vencimento a que tinha direito pelo exercício do cargo de Topógrafo-Chefe. O que acontecia por malvadeza e inveja de dois indivíduos de apelido Alves: um da administração local e outro do Ministério do Interior, amigos e compadres conluiados para prejudicarem o cidadão Brasilino Costa Godinho.

De referir que, como corolário de bastantes reclamações e exposições, só depois do 25 de Abril de 1974, é que na sequência de exposições à Assembleia da República e ao Provedor de Justiça e por decisiva intervenção deste, me foi atribuído o ordenado a que tinha incontestável direito.

Sobre isto bastante haveria que dizer. Por agora, limito-me a estas revelações do que muita foi a roubalheira e as maldades de um Estado ladrão e as vilezas de uns tantos seus serventuários de má índole e da maior perversidade.

Pela razão de ter vindo a ser vítima das agressões várias do Estado, pelo conhecimento do País adquirido ao longo de dezenas de anos e, sobretudo, pela autoridade moral que me assiste, afirmo alto e bom som e escrevo preto no branco:  
- Portugal não tem Estado de Direito.
- o Estado actual não respeita a Carta Universal dos Direitos do Homem.
- O Estado actual não cumpre as normas estabelecidas na Declaração Universal de Lisboa, de 22 de Setembro de 2017, sobre os direitos dos idosos; a que se obrigou respeitar e fazer cumprir.
- Em Portugal não vigora um regime democrático. Onde a corrupção, associada ao compadrio, é regra seguida, acalentada, incentivada e protegida, não há Democracia.
O regime existente tem prevalência e funcionalidade de PARTIDOCRACIA!